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Lapena sugere construção de abrigo para cães e gatos para acabar com o abandono dos animais PDF Imprimir E-mail
O vereador Doutor Lapena (PV) encaminhou indicação ao prefeito Marcelo Barbieri (PMDB) solicitando estudos para a construção de um abrigo para cães e gatos de Araraquara, objetivando acabar com os animais soltos nas ruas.

Na indicação, Lapena considera que existe um grande número de cães e gatos abandonados nas vias públicas do município, prejudicando a saúde dos cidadãos, além de colocar em risco a população, já que os animais podem atacar.



Segundo o vereador, a construção do abrigo ajudaria a manter estes animais saudáveis e prontos para a adoção, além de auxiliar nos cuidados dos animais que hoje vivem soltos e abandonados nas ruas.

“Infelizmente existem pessoas que compram ou ganham um cachorrinho ou um gatinho e não imaginam o trabalho que estes animais podem causar e que acabam sendo abandonados nas ruas. O abrigo poderá servir para solucionar este problema, de não ter onde levar estes animais, e também para deixá--los  aptos para a adoção”, explica o vereador.

Lapena ressalta ainda, que observar os animais soltos e abandonados pelas ruas da cidade é muito triste. “Este tipo de cena, vemos todos os dias, e muitas vezes os cachorro ou gatos, estão magros por falta de comida e com alguma doença já infestada pelo corpo. Esse também é um problema de saúde pública, e que devemos nos atentar”, conclui o parlamentar.

Fonte: http://www.camara-arq.sp.gov.br/Noticia/Noticia.aspx?IDNoticia=5638
 

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Sabe, senhor, ainda não entendi. Viemos à praça, pensei ser um passeio. Estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui feliz.

Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei seguí-lo, quase fui atropelado. Que teria eu feito de tão mal ? À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz, mesmo que ele nunca viesse ao quintal me ver.

Às vezes eu latia, mas tinha estranhos no porão, não podia deixá-los entrar sem avisar meu dono.

Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar lhe dando trabalho.

Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda, às vezes. Eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que elas nem sabem, devem ter dito que fugi.

Estou faminto. Só bebo água suja, meus pêlos caíram quase todos. Nossa, como estou magro!

Sabe, Pai, aqui nesse canto que arrumei para passar a noite faz muito frio, o chão está molhado.

Creio que hoje vou me encontrar contigo. Aí no céu meu sofrimento vai terminar. Mesmo em espírito vou ter permissão para ver as crianças.

Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos.

Mande-lhes pessoas que tenham deles compaixão. Como eu, sozinhos não viverão mais do que alguns meses na Terra do Homem.

Amenize-lhes o frio, igual ao que agora sinto, com o calor dos atos de pessoas abençoadas.

Diminui-lhes a fome, tal qual a que sinto, com o alimento do amor que me foi negado.

Mata-lhes a sede, com água pura de seus ensinamentos transmitidos pelo homem.

Elimine a dor das doenças, extirpado a ignorância da terra.

Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, em laboratórios e tudo o mais, tirando das mãos humanas o gosto de sangue.

Ampare as cachorrinhas prenhas que verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes, sem nada poderem fazer.

Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados, pois entre todos os males o que mais doeu foi esse.

Recebe, Pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não será mais meu o sofrimento, mas dos que ficarem, e por eles vos peço.

Nota: Ouço essa oração dos cães moribundos que vejo pelas ruas

Fonte: e-mail de Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. | http://www.blogtribuna.com.br/DicaAnimal

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